sábado, 16 de abril de 2016

Há dores difíceis de entender e que custam a suportar. Quando os problemas parecem não ter mais solução, é como se carregássemos o seu peso nas costas e até as atividades mais simples do nosso dia a dia ficassem difíceis de realizar,um surto ameaçador,uma sensação horripilante de temor de solidão..
Só vejo tudo nublado,e o bailar dos relâmpagos,só escuto os trovões. .e  vejo que tudo ao meu redor está desmoronando, ficando em ruínas,no meio desse caos estou perdida.

terça-feira, 12 de abril de 2016

Um pouco sobre Kurt Cobain

 Mesmo tendo várias pessoas a sua volta se sentia sozinho, solitário..
Ele era sensível.. sentia tudo com intensidade e não tinha ninguém pra ajudar,as vezes chegamos em momentos em que nada parece fazer sentido, nem sabemos pra onde estamos indo,ficamos sem rumo, a dor e o vazio parece não ter fim, nossa alma grita por socorro,porém ninguém escuta,só sabem nos criticar .. Quando imergimos nesse abismo ,nessa dor, talvez não tenha mais volta ,é quando finalmente nos escutam,são apenas os últimos suspiros, aí não tem mais volta.. Já nos perdemos no caminho, é  assim que Kurt se sentia,ele não era um retardo como muitos dizem,nem perturbado, ele era apenas alguém que sentia de verdade as emoções, a dor , `ninguém é de ferro`, nem todo mundo aprendeu a lidar com os sentimentos, nem todo mundo consegue suportar.. Se houvesse alguém que o ajudasse ele ainda estaria aqui..Eu o compreendo, ele queria ser feliz, a felicidade pode ser apenas uma utopia.. As vezes fico pensando se eu fosse dessa época, se estivesse próxima a ele, será que eu escutaria os pedidos de socorro? Talvez poderia ter ajudado..Mas também penso nada acontece por acaso, tudo tem uma razão, fica um alerta talvez tenha alguém próximo a você pedindo socorro, é você nem percebe..os sinais estão sendo mostrados,até que não haja mais volta.  
Precisamos nos atentar aos sinais,aos pedidos de socorro! Kurt Cobain sempre estará em minha memória, 😍😍❤❤

terça-feira, 5 de abril de 2016

O que é TEA?(Transtorno do Espectro Autista)

Abordar este tema é de fundamental importância e o maior desempenho depende da motivação em mostrar que essas crianças podem se relacionar com a sociedade,podem aprender,é de extrema importância retirar o autismo da escuridão e trazer para a luz de discussões as dificuldades enfrentadas por crianças e suas famílias,tirar os rótulos.

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) conglomera diferentes síndromes marcadas por perturbações do desenvolvimento neurológico com três características fundamentais, que podem manifestar-se em conjunto ou isoladamente. São elas: dificuldade de comunicação, deficiência no domínio da linguagem e no uso da imaginação para lidar com jogos simbólicos, dificuldade de socialização e padrão de comportamento restritivo e repetitivo.
De acordo com o quadro clinico pelo DSM-IV, o TEA pode ser classificado em:
  •         Autismo clássico  o grau de comprometimento pode variar  muito. De maneira geral, os sujeitos são voltados para si mesmos, não estabelecem contato visual com as pessoas nem com o ambiente; conseguem falar, mas não usam a fala como ferramenta de comunicação. Embora possam entender enunciados simples, têm dificuldade de compreensão e apreendem apenas o sentido literal das palavras. Não compreendem metáforas nem o duplo sentido. Nas formas mais graves, demonstram ausência completa de qualquer contato interpessoal. São crianças isoladas, que não aprendem a falar, não olham para as outras pessoas nos olhos, não retribuem sorrisos, repetem movimentos estereotipados, sem muito significado ou ficam girando ao redor de si mesmas e podem apresentam uma deficiência mental

  •         Autismo de alto desempenho (antes chamado de síndrome de Asperger) – os sujeitos apresentam as mesmas dificuldades dos outros autistas, mas numa grau mais leve. São falantes, inteligentes, tão inteligentes que chegam a ser confundidos com superdotados, porque exercem um grande conhecimento nas áreas do conhecimento em que se especializam. Quanto menor a dificuldade de interação social, mais eles conseguem levar uma vida  normal.

  •     Distúrbio global do desenvolvimento sem outra especificação (DGD-SOE) – os sujeitos são considerados dentro do espectro do autismo (dificuldade de comunicação e de interação social), mas os sintomas não são suficientes para incluí-los em nenhuma das categorias específicas do transtorno, o que torna o diagnóstico muito mais difícil.



sábado, 2 de abril de 2016

Imersos em devaneios,em frustrações

O coração as vezes cansa… cansa de esperar demais de quem se importa de menos, cansa de se humilhar, tratar bem e se importar. As vezes a vida é cruel com a gente,nos coloca em situações que não sabemos como sair, nos obriga a entrar em um caminho em que, talvez o final dele seja um precipício. Esperamos demais… confiamos demais… sonhamos demais…criamos muitas expectativas..
Acabamos se frustrando,nos tornando frios por todo este processo, mas no fundo queríamos ser amados,compreendidos,ter um apoio,um carinho, um afago.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Momentos


Escrevo apenas para desabafar
Não sei o que anda acontecendo comigo
As vezes estou bem, outras vezes sinto
vontade de chorar..
A tristeza já invadiu 
o meu coração, 
que pede por socorro
e quer sair dessa solidão..
Estou parecendo uma adolescente,
que procura constantemente
uma fortaleza,para se abrigar
dessa mágoa que não quer passar.

Resenha do livro Mundo Singular,capítulo:8 História do autismo.

SILVA BARBOSA, A. B. (2012). História do autismo. In: A. B. SILVA BARBOSA, MUNDO SINGULAR: entenda o autismo (pp. 145-149). São Paulo: Fontanar.


 A autora Ana Beatriz Barbosa Silva é médica graduada pela UERJ com pós-graduação em psiquiatria pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Professora Honoris Causa pela UniFMU (SP) e Presidente da AEDDA – Associação dos Estudos do Distúrbio do Déficit de Atenção (SP). Diretora da clínica ANA BEATRIZ BARBOSA SILVA - Comportamento Humano e Psiquiatria (RJ) e escritora sobre vários temas do comportamento humano.

O capítulo resenhado aborda a história do autismo, analisando desde a origem do nome, até sua visão atual, menciona-se as descobertas que foram feitas ao longo da história  no mundo e um breve relato de algumas conquistas no Brasil.
Ana Beatriz fala sobre a origem da palavra “autismo” que vem do grego “autos” que se significa “voltar-se para si mesmo” e nos mostra como surgiu esta descoberta.
No terceiro parágrafo do capítulo 8,Beatriz fala que a primeira pessoa a utilizar a palavra “autismo” foi o psiquiatra Euge Bleuler ,em 1911, colocando como características de esquizofrenia e um pouco mais tarde em 1943 ,Leo Kanner viria, pela 1º vez descrever o autismo depois de fazer uma observação com 11 crianças, ele chegou a criar um conceito equivocado sobre o tema, dizendo que a culpa das crianças de terem autismo seria da mãe, que elas eram frias com seus filhos, conceito este que ganhou o nome de “ mãe geladeira” este conceito acabou sendo difundido ao longo da história, anos depois Kanner veio a público, se retratar dizendo que ele se enganou, no ano seguinte, Hans Asperger desenvolve um artigo sobre a psicopatia autista, que anos mais tarde  ganharia o seu nome Síndrome de Asperger.
Até a chegada dos anos 80, o autismo infantil ainda era visto como um subgrupo dentro das psicoses infantis, de esquizofrenia, com a chegada da década de 80, o autismo recebe um diagnostico especial, recebe um diagnostico correto e com os critérios específicos, desde então passou a ser tratado como uma síndrome, como um distúrbio do desenvolvimento e não mais como uma psicose. Em dezembro de 2007 a ONU decreta 2 de abril, o dia mundial de conscientização do autismo( WAAD),que foi celebrado em 2008, tal fato se tornou um grande marco na história do autismo.
Ana agora nos propõe conhecer alguns acontecimentos no Brasil; A primeira vez que se comemorou o WAAD, foi no ano de 2010, com vários monumentos conhecidos com as luzes azuis, um desses monumentos foi o Cristo Redentor (RJ),em 1983 no estado de São Paulo foi criado no Brasil a 1º organização Brasileira de autismo, Associação de amigos autista (AMA),criado por pais e amigos de autistas, no ano seguinte a AMA realizou, o I encontro de amigos do autista, que reuniu médicos e outros profissionais do país, que estudavam o autismo, e pode se dizer que a AMA, até hoje é um grande referencial  para muitas famílias com o transtorno e atualmente  temos várias instituições por todo o país, que seguiram o exemplo, e são reunidas pela Associação Brasileira de autismo(ABRA),uma entidade nacional que reúne associações de pais e amigos do autista em todo território.

A autora nos mostra alguns dos fatos mais importantes que aconteceram na história do autismo, a origem do nome da síndrome, quem relatou primeiro e utilizou a palavra, quem descreveu a síndrome, como ela era vista antes, como uma mera característica de esquizofrenia, quando e como teve seu reconhecimento adequado, nos levando a perceber quão difícil é esta luta diária, que há pouco tempo fizeram estas descobertas, que até nos dias atuais falta conscientização sobre este tema, falta informações.

Resenha feita por mim mesma,ALINE FERREIRA RAMIRO CRUZ.

WAAD

O dia 02/04 é O Dia de Conscientização Mundial do Autismo, mas por que dedicar um dia para o TEA? 

A Organização das Nações Unidas (ONU) tornou 2 de abril o Dia Mundial da Conscientização sobre o Autismo.

A data é celebrada em diversos países e busca diminuir o preconceito contra pessoas com o transtorno.

Aproximadamente, 1% da população mundial tem Autismo. Assim temos aproximadamente 2 milhões de pessoas com Autismo no Brasil, e um dia dedicado  a esta causa faz com que a sociedade discuta desde a importância do Diagnóstico precoce, políticas de Inclusão e tratamento destas pessoas.